فبراير 2020

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"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade. Líderes, estudiosos,escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceitoinsiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.



A partir da subversão de uma expressão racista, mostramos que "Coisa de preto", "serviço de preto", "arte de preto" na verdade são alguns dos pilares essenciais de nossa sociedade, escancarando que ignorante é quem desconhece a verdadeira importância de negros e negras
em nossa história.

Para esta narrativa, lançamos mão de recursos literários contidos na chamada "Jornada doh herói, estrutura narrativa típica consagrada no storytelling. Após a introdução do tema, sintetizada na figura da travessia do atlântico para a formação de uma nova nação, agrupamos
as diferentes personalidades retratadas em "arquétipos". A palavra de origem grega (arche) significa "marca" ou "impressão", e é conceituada por Jung como conjunto de imagens primordiais que dão sentido às histórias passado entre gerações, formando o conhecimento e o
imaginário do inconsciente coletivo.

Na narrativa da jornada do Herói, de Joseph Campbell, o autor enumera alguns modelos essenciais que norteiam a narrativa épica, alguns dos quais serão utilizados para agrupar os personagens retratados. É certo que cada um destes elementos apresenta características de mais de um arquétipo. Porém, o agrupamento se faz necessário na apresentação para melhor compreensão da estrutura de enredo pelo público presente.

Uma das principais mensagens de nosso Enredo 2020 é mostrar ao público que o talento, a sensibilidade e a inteligência não dependem da cor da pele. O discurso racista reiteradamente escondeu a participação de negras e negros nas grandes construções e conquistas de nosso país. Rotineiramente nega a presença indispensável de pretas e pretos na elaboração das artes ditas “de branco”.

Nosso lema 2020 é um sonoro não a essa leitura excludente que tanto vitimou brasileiros ao longo de nossa história.

Citando Paulo Freire, quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é se tornar o opressor. E essa não é, nem será, a lógica de nossa escola. Não criamos um enredo sobre a supremacia negra. Criamos um enredo sobre igualdade, que denuncia a negação. E, por isso mesmo, não podemos repetir os mesmos crimes que denunciamos.

Nossa escola nasceu e se mantém da união de negros e brancos, católicos, evangélicos e judeus, ricos e pobres. Por isso, não toleramos comportamentos que excluam quem quer que seja por motivos de cor de pele, classe social, orientação sexual ou crença religiosa. Nosso samba sempre foi e sempre será plural. Uma arte negra, para a qual muitos judeus contribuíram em seu crescimento. E é graças à contribuição de todos que o samba segue em evolução.

A ala de passistas da Tô Maior conquistou o prêmio do quesito na Revista Feras. O anúncio foi feito nesse 25 de fevereiro e é o segundo prêmio da ala nessa temporada do Carnaval 2020.



A Revista Feras foi criada por Cristiano Costa, o popular Amendoim do Samba, que é Autor de Grandes Sambas como Beija-Flor 2000, Mangueira 2002, 2005, 2007 e atua como idealizador de projetos artísticos e sócio cultural e preside o site e revista Feras, que vem promovendo os Sambistas do Rio e São Paulo e todo o Brasil.

Elza Soares foi a homenageada da Tom Maior na ala de passistas no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.

"Nossa ala é composta por 95% de mulheres: guerreiras, fortes e com muita personalidade. Representar Elza Soares foi personificar o sentimento que já nos representa! Foi incrível ver todas orgulhosas e felizes com suas fantasias muito bem feitas pelo Ulisses e equipe do barracão, as sandálias maravilhosas da Vi Ferraco e a maquiagem criada pela @makeupdeliz. Obrigadaa todos os envolvidos!", exclamou a coordenadora.

O júri da votação do Prêmio SASP foi formado por membros da equipe SASP e profissionais de diversos veículos de imprensa, que cobriram os dias de folia no sambódromo do Anhembi. 

Ala de passistas e Elza

Nas ondas sonoras do rádio, o gênio letrado de “Aquarela do Brasil” ousou ironiza-la ao perguntar de que planeta ela havia vindo só porque suas roupas carregadas de alfinetes para caber no corpo franzino eram singelas. A menina magricela de infância sucumbida por baldes d’água na cabeça dos afazeres domésticos não hesitou ao responder: “eu vim do planeta fome”.


Ao cantar Lama se tornou Deusa logo em sua estreia. Talvez Ary Barroso tivesse que ter conhecido Elza antes de definir nosso chão. Com certeza, ele não teria esquecido de dizer que a arte preta desse país também faz parte da aquarela.

Dona da rouquidão inconfundível. Voz das vozes femininas. Colocou holofotes em mulheres de brasis não explorados. Inseriu carnes pretas no mapa que antes só era ocupado por brancos.

Ocupou postos inimagináveis, estamos falando da pioneira voz feminina da Sapucaí. Ela é uma estrela e se apaixonou por outra tão independente quanto ela: Salve a Mocidade! Falando em amar, sem limites se entregou ao Mané. Mais tarde flertou com o sofrimento a ponto de quase apagar a luz do seu show, mas voltou para ser a Mulher do Fim do Mundo e continuar liderando tantas mulheres a serem donas de si.


O figurino que ilustra a personagem é caracterizado pelo uso massivo da cor vermelha, identificada com o feminismo contemporâneo (tal qual o violeta), em especial da luta contra o feminicídio. Na cabeça, um turbante, símbolo étnico (e de debate da apropriação cultural) é adornado pelo símbolo do feminismo negro, os punhos cerrados sobre o símbolo do feminino.



Os passistas masculinos que acompanham a personagem remetem à figura do malandro carioca, personagem típico da década de 60, quando Elza alcança o auge de sua carreira..".

É COISA DE PRETO

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.



Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.
O portal de notícia SRzd, especializado em Carnaval, anunciou as agremiações nominadas na Premiação SRzd Carnaval 2020. A Tom Maior está nominada em 4 categorias: Enredo, Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira,  Rainha de Bateria e Ala das Baianas.


 
É a nona edição dessa premiação que desde 2018 conta com três indicações de agremiações para cada uma das categorias, com exceção à “Revelação”, “Destaque”, “Ala das Crianças” e “Velha Guarda”.



Os três primeiros colocados de cada categoria, ficaram entre os indicados. Os vencedores, já definidos, serão anunciados em breve. Nos próximos dias, o portal SRzd vai divulgar detalhes de como será feita a entrega das premiações.


Confira o resultado

+ Grupo Especial (indicados)

* Melhor Desfile
Dragões da Real, Mancha Verde e Mocidade Alegre

* Enredo
Barroca Zona Sul, Mocidade Alegre e Tom Maior

* Samba-Enredo
Barroca Zona Sul, Mocidade Alegre e Rosas de Ouro

* Bateria
Império de Casa Verde, Rosas de Ouro e Unidos de Vila Maria

* Ala Musical
Acadêmicos do Tatuapé, Império de Casa Verde e Mancha Verde

* Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Águia de Ouro, Mancha Verde e Tom Maior

* Ala de Baianas
Dragões da Real, Tom Maior e Unidos de Vila Maria

* Conjunto de Alegorias
Dragões da Real, Império de Casa Verde e Mocidade Alegre

* Conjunto de Fantasias
Dragões da Real, Mancha Verde e Mocidade Alegre

* Comissão de Frente
Colorado do Brás, Dragões da Real e Gaviões da Fiel

* Rainha de Bateria
Dragões da Real (Simone Sampaio), Império de Casa Verde (Valeska Reis) e Tom Maior (Pâmella Gomes)

* Evolução
Acadêmicos do Tatuapé, Dragões da Real e Mancha Verde

* Harmonia
Acadêmicos do Tatuapé, Dragões da Real e Rosas de Ouro

+ Grupo de Acesso 1 (indicados)

* Melhor Desfile
Acadêmicos do Tucuruvi , Estrela do Terceiro Milênio e Mocidade Unida da Mooca

* Samba-Enredo
Camisa Verde e Branco, Estrela do Terceiro Milênio e Mocidade Unida da Mooca

* Bateria
Acadêmicos do Tucuruvi, Camisa Verde e Branco e Estrela do Terceiro Milênio

* Ala Musical
Camisa Verde e Branco, Estrela do Terceiro Milênio e Vai-Vai

* Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira
Acadêmicos do Tucuruvi, Mocidade Unida da Mooca e Vai-Vai

* Comissão de Frente
Estrela do Terceiro Milênio, Mocidade Unida da Mooca e Camisa Verde e Branco

+ Grupo de Acesso 2 

* Melhor Desfile
Camisa 12, Dom Bosco e Morro da Casa Verde 

+ Prêmios Especiais (Especial e Acesso 1)

* Destaque
Ângela Pereira (Mocidade Alegre – fantasia: “A exuberância do Romper da Vida”)

* Revelação
Luiz Felipe (intérprete/Vai-Vai)

* Ala de Passistas
Império de Casa Verde

* Ala das Crianças
Gaviões da Fiel

* Velha Guarda
Gaviões da Fiel

A SASP anunciou nessa terça-feira (25 de fevereiro) os vencedores Prêmio SASP Carnaval 2020, que elegeu os vencedores em 18 categorias divididas nos grupos Especial, Acesso e Acesso 2. A Tom Maior conquistou o prêmio de melhor ala da passistas.


"Estamos mto felizes  primeiramente por haver um prêmio de tanta relevância voltado ao nosso segmento, mas ganhar esse prêmio, é ainda mais gratificante! Comecei a temporada em Maio de 2019 com aulas,  workshops e ensaios pois nossa proposta esse ano era deixá - las prontas e com resistência para a alta temporada. O samba no pé e a liberdade nos movimentos foram a meta de trabalho desta temporada e somados à personalidade de cada um ao dançar e interpretar o samba, fez toda a diferença. Fomos uma ala leve, livre e com um só objetivo! Não foi o prêmio de um dia... Estamos desde Maio de 2019 treinando, abdicando, nos superando e construindo juntos um grande time! Parabéns. Eu disse que vocês colheriam o sucesso de tanta dedicação! Curtam e comemorem pois nós merecemos!", falou Val Diniz, coordenadora do departamento de passistas.


Elza Soares foi a homenageada da Tom Maior na ala de passistas no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.

"Nossa ala é composta por 95% de mulheres: guerreiras, fortes e com muita personalidade. Representar Elza Soares foi personificar o sentimento que já nos representa! Foi incrível ver todas orgulhosas e felizes com suas fantasias muito bem feitas pelo Ulisses e equipe do barracão, as sandálias maravilhosas da Vi Ferraco e a maquiagem criada pela @makeupdeliz. Obrigadaa todos os envolvidos!", exclamou a coordenadora.

O júri da votação do Prêmio SASP foi formado por membros da equipe SASP e profissionais de diversos veículos de imprensa, que cobriram os dias de folia no sambódromo do Anhembi. 

Ala de passistas e Elza

Nas ondas sonoras do rádio, o gênio letrado de “Aquarela do Brasil” ousou ironiza-la ao perguntar de que planeta ela havia vindo só porque suas roupas carregadas de alfinetes para caber no corpo franzino eram singelas. A menina magricela de infância sucumbida por baldes d’água na cabeça dos afazeres domésticos não hesitou ao responder: “eu vim do planeta fome”.


Ao cantar Lama se tornou Deusa logo em sua estreia. Talvez Ary Barroso tivesse que ter conhecido Elza antes de definir nosso chão. Com certeza, ele não teria esquecido de dizer que a arte preta desse país também faz parte da aquarela.

Dona da rouquidão inconfundível. Voz das vozes femininas. Colocou holofotes em mulheres de brasis não explorados. Inseriu carnes pretas no mapa que antes só era ocupado por brancos.

Ocupou postos inimagináveis, estamos falando da pioneira voz feminina da Sapucaí. Ela é uma estrela e se apaixonou por outra tão independente quanto ela: Salve a Mocidade! Falando em amar, sem limites se entregou ao Mané. Mais tarde flertou com o sofrimento a ponto de quase apagar a luz do seu show, mas voltou para ser a Mulher do Fim do Mundo e continuar liderando tantas mulheres a serem donas de si.


O figurino que ilustra a personagem é caracterizado pelo uso massivo da cor vermelha, identificada com o feminismo contemporâneo (tal qual o violeta), em especial da luta contra o feminicídio. Na cabeça, um turbante, símbolo étnico (e de debate da apropriação cultural) é adornado pelo símbolo do feminismo negro, os punhos cerrados sobre o símbolo do feminino.


Os passistas masculinos que acompanham a personagem remetem à figura do malandro carioca, personagem típico da década de 60, quando Elza alcança o auge de sua carreira..".

É COISA DE PRETO

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.



Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

Quem é a SASP?

Sociedade Amantes do Samba Paulista (SASP) foi fundada em 16 de abril de 2000 por um grupo de apaixonados por Carnaval da cidade de São Paulo, se tornando o primeiro portal internet mundial a cobrir e divulgar o carnaval da capital paulista. Em 2004, a SASP tomou novos ares com crescimento de seu portal e sua base de conhecimento e agregou novos objetivos. O Portal SASP é referência em nosso carnaval com a reunião dos sambistas, além de formador de novos talentos e apaixonados por carnaval.

Nesta terça-feira (25 de fevereiro), acontece a apuração do Carnaval de São Paulo, no Sambódromo do Anhembi. A quadra da Tom Maior no bairro Piqueri estará aberta para a torcida a partir das 15h, vestida com camisetas da Tom Maior ou cores da agremiação.


Os nove quesitos serão lidos na seguinte ordem: Bateria, Samba-Enredo, Evolução, Fantasia, Harmonia, Comissão de Frente, Mestre Sala e Porta Bandeira, Enredo e Alegoria.

Depois de quase um ano de trabalho, a Tom Maior levou seu Carnaval para o Sambódromo do Anhembi nesse início de sábado, 22 de fevereiro. Foram 65 minutos de desfile que foi o ápice do projeto que começou logo no fim do Carnaval 2018, no qual a agremiação conquistou a melhor posição na competição do Carnaval de São Paulo. 

É coisa de preto

Em 2020 a Tom Maior apresentará o enredo: “É coisa de Preto”, quando será a segunda escola a desfilar na sexta-feira, dia 21 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, pelo Grupo Especial paulistano.

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade. Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.




A partir da subversão de uma expressão racista, mostramos que "Coisa de preto", "serviço de preto", "arte de preto" na verdade são alguns dos pilares essenciais de nossa sociedade, escancarando que ignorante é quem desconhece a verdadeira importância de negros e negras em nossa história.
Os tradicionais desfiles das escolas de samba de São Paulo, organizados e administrados pela Liga SP, acontecem entre os dias 21 e 24 de fevereiro. Em junho de 2019, a Liga SP realizou um sorteio para definir a ordem dos desfiles.

A Barroca Zona Sul, vice-campeã do Acesso 1, abre a noite de sexta-feira e a Tom Maior será a segunda escola a apresentar seu desfile. Já a noite de sábado será aberta pela Pérola Negra, campeã do Acesso 1. A Mancha Verde, como atual campeã do Grupo Especial, teve o direito de escolher sua posição e optou por ser a quarta escola da sexta-feira. Confira abaixo a programação completa:



Sexta-feira 21/02
23h15 – BARROCA ZONA SUL
0h20 – TOM MAIOR
1h25 – DRAGÕES DA REAL
2h30 – MANCHA VERDE
3h35 – ACADÊMICOS DO TATUAPÉ
4h40 – IMPÉRIO DE CASA VERDE
5h45 – X-9 PAULISTANA
Sábado 22/02
22h30 – PÉROLA NEGRA
23h35 – COLORADO DO BRÁS
0h40 – GAVIÕES DA FIEL
1h45 – MOCIDADE ALEGRE
2h50 – ÁGUIA DE OURO
3h55 – UNIDOS DE VILA MARIA
5h – ROSAS DE OURO



É coisa de preto

Em 2020 a Tom Maior apresentará o enredo: “É coisa de Preto”, quando será a segunda escola a desfilar na sexta-feira, dia 21 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, pelo Grupo Especial paulistano.

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade. Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.




A partir da subversão de uma expressão racista, mostramos que "Coisa de preto", "serviço de preto", "arte de preto" na verdade são alguns dos pilares essenciais de nossa sociedade, escancarando que ignorante é quem desconhece a verdadeira importância de negros e negras em nossa história.
Em 2020 a Tom Maior apresentará o enredo: “É coisa de Preto”, quando será a segunda escola a desfilar na sexta-feira, dia 21 de fevereiro, no Sambódromo do Anhembi, pelo Grupo Especial paulistano. 

A escola apresenta o enredo com:

  • 20 alas
  • 2400 componentes
  • 5 carros alegóricos




Ficha técnica da Tom Maior no Carnaval 2020:'

Fundação
14 de fevereiro de 1973

Cores oficiais
Vermelho, amarelo e branco

Enredeço
Rua Coronel Bento Bicudo, 761, Piqueri

Enredo
"É coisa de preto!"

Componentes
2.400

Presidente
Luciana Silva

Diretor de Carnaval
Judson Sales

Carnavalesco
André Marins

Diretor de Harmonia
Yves Alexeiv
Intérprete Oficial
Bruno Ribas

Diretor de Bateria
Carlos Alves (Mestre Carlão)

Rainha de Bateria
Pâmela Gomes

1º Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Jairo Silva e Simone Gomes

2º Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira
Gabriel Silva e Angélica Paiva

Casal Majestoso de Mestre Sala e Porta
Bandeira
Waguinho Oliveira e Lídia Oliveira

Coreógrafo da comissão de frente
Alex D'arc

É coisa de preto

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.
Na Bahia de Todos os Santos, mais precisamente na Ilha de Itaparica, uma Maria Felipa tornou-se conhecida como "A heroína negra de independência". Maria Felipa participou das batalhas da Independência Baiana, que se iniciaram antes mesmo da declaração de independência do Brasil e ajudaram a consolidar nossa separação da coroa portuguesa. 


Uma das mais importantes participações de Maria Felipa nos conflitos foi em 1823, quando uma esquadra de 42 barcos portugueses se aproximava do Recôncavo Baiano para sufocar as revoltas locais. A capoeirista liderou um grupo de mulheres, de diferentes etnias e classes sociais, para incendiar diversos destes barcos, contribuindo para garantir a independência de nossa nação.


Maria Felipa é  a homenageada da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.


A fantasia representa esta batalha histórica, trazendo as naus portuguesas ardendo em chamas nos mares do nordeste brasileiro.

A frota portuguesa vem representada nas velas ostentadas no costeiro, com a Cruz de Malta, símbolo da marinha lusa. Os tecidos que adornam o corpo dos foliões, nas cores azul e branca, representam os mares da Bahia. Na parte superior da roupa há alguns tecidos em vermelho que, junto com a gola da fantasia, representam o fogo que consumiu as embarcações.

É COISA DE PRETO

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.


Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.


Nas ondas sonoras do rádio, o gênio letrado de “Aquarela do Brasil” ousou ironiza-la ao perguntar de que planeta ela havia vindo só porque suas roupas carregadas de alfinetes para caber no corpo franzino eram singelas. A menina magricela de infância sucumbida por baldes d’água na cabeça dos afazeres domésticos não hesitou ao responder: “eu vim do planeta fome”.


Ao cantar Lama se tornou Deusa logo em sua estreia. Talvez Ary Barroso tivesse que ter conhecido Elza antes de definir nosso chão. Com certeza, ele não teria esquecido de dizer que a arte preta desse país também faz parte da aquarela.

Dona da rouquidão inconfundível. Voz das vozes femininas. Colocou holofotes em mulheres de brasis não explorados. Inseriu carnes pretas no mapa que antes só era ocupado por brancos.

Ocupou postos inimagináveis, estamos falando da pioneira voz feminina da Sapucaí. Ela é uma estrela e se apaixonou por outra tão independente quanto ela: Salve a Mocidade! Falando em amar, sem limites se entregou ao Mané. Mais tarde flertou com o sofrimento a ponto de quase apagar a luz do seu show, mas voltou para ser a Mulher do Fim do Mundo e continuar liderando tantas mulheres a serem donas de si.



Elza Soares é  a homenageada da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.



O figurino que ilustra a personagem é caracterizado pelo uso massivo da cor vermelha, identificada com o feminismo contemporâneo (tal qual o violeta), em especial da luta contra o feminicídio. Na cabeça, um turbante, símbolo étnico (e de debate da apropriação cultural) é adornado pelo símbolo do feminismo negro, os punhos cerrados sobre o símbolo do feminino.

Os passistas masculinos que acompanham a personagem remetem à figura do malandro carioca, personagem típico da década de 60, quando Elza alcança o auge de sua carreira..".

É COISA DE PRETO

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.


Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

O dom divino escolheu um filho de escrava e de um mestre de obras para ser o maior nome de umdos movimentos artísticos mais importantes do país, o Barroco. Foi pelas mãos de um mestiço com deficiência física que hoje Ouro Preto é preenchida por obras reconhecidas mundialmente pela perfeição e luxo poucas vezes visto.




Por ser mestiço e o racismo ser um infeliz integrante de nossa sociedade há muito tempo, o justo reconhecimento pelo seu talento foi deixado de lado. Representantes do sagrado poderd divino esqueceram de uma das lições principais da religião e a cor da pele fez Aleijadinho não poder assumir que obras como os 12 profetas e a Paixão de Cristo fossem suas. Esse reconhecimentosó veio séculos depois, por meio do Governo Vargas, e que podemos manter eterno em todos os nossos atos.
Aleijadinho é o homenageado da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.


A fantasia traz em sua pala imagens dos 12 profetas, uma de suas principais obras. No adorno ddecabeça, placas de acetato replicam traços de seus trabalhos, cheios de curvas e retorções. O estilo da roupa remete também à arte religiosa.
É COISA DE PRETO

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.










A fantasia ilustra a personagem Maria Firmina dos Reis lançando mão de páginas de livros, simbolizando sua obra literária. As roupas de renda remetem a figurinos utilizados pela escritora e os corações que completam a indumentária indicam o gênero literário no qual sua obra se insere, o romantismo.



É COISA DE PRETO



"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.













Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

São Luís do Maranhão, a ilha do amor. Cenário perfeito para lá surgir a primeira romancista negra na literatura de nosso país. Professora capaz de romper com tendências da época ao mostrar em Úrsula as perversidades cometidas pela escravidão (ainda existente naquele momento) e que escravos, antes de mais nada, eram humanos com os mais belos e puros sentimentos.


É coisa de preto assumir protagonismo e ser precursor. Vemos isso perfeitamente em Maria Firmina. Sua obra despertou na sociedade um olhar contrário à escravidão e a necessidade de um movimento abolicionista foi criado a partir de sua obra. 

Além disso, em sua profissão de educadora inaugurou no Maranhão a primeira escola mista onde aliou meninos e meninas na mesma sala de aula.



No prólogo de sua obra de estreia, Úrsula, Maria Firmina dos Reis escreveu: "pouco vale este romance, porque escrito por uma mulher, e mulher brasileira, de educação acanhada e sem o trato e conversação dos homens ilustrados."

Maria Firmina é a homenageada da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.


A fantasia ilustra a personagem Maria Firmina dos Reis lançando mão de páginas de livros, simbolizando sua obra literária. As roupas de renda remetem a figurinos utilizados pela escritora e os corações que completam a indumentária indicam o gênero literário no qual sua obra se insere, o romantismo.

É COISA DE PRETO

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

Uma vida dedicada ao papel. Nas ruas, o papelão retirado por ela fazia surgir alimento na mesa dos seus. Pouco era para o combate à fome de sua família que sobrevivia ali na extinta Favela do Canindé. Como ela bem dizia, os homens assinaram a Lei Áurea, mas não acabaram com a escravidão da fome. Dizer não foi o bastante, era necessário registrar. Por mais que a escrita não fosse natural àquele ambiente, ela a levou para lá. Eis aí o segundo lado do papel em sua vida.


A filha da miséria fez dos versos fortaleza para morar. Com grafite registrava no papel: suas dores, angústias, lutas e o preconceito vivido por quem a sociedade excluiu. A discordância à sua volta não foi capaz de lhe fazer parar. Também pudera: se nem a fome a venceu, quem seria capaz? Lembremos também de Audálio Dantas, seu descobridor. 



Ao publicar Carolina Maria de Jesus deu ao mundo a possibilidade de enxergar o poder de resiliência e superação de quem é favela e que do chão sem asfalto também nasce a intelectualidade de um país.

 Carolina Maria de Jesus é a homenageada da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.

Modelo da fantasia da ala em homenagem a Carolina de Jesus


Para a composição do figurino, a fantasia traz em seu dorso páginas de um livro, representando a obra literária (poesia e prosa) de Carolina Maria de Jesus. No chapéu, uma reprodução dos barracos da Favela do Canindé, onde viveu e escreveu sua obra mais célebre, "Quarto de Despejo - O diário de uma favelada".

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

Como participar do Carnaval 2021

O carnaval na Tom Maior começa bem antes de fevereiro, muito antes de janeiro. O carnaval do ano posterior é algo que começa o fim do desfile e devi6do a esse esmero na produção e realização, é importante que todos sejam participativos, engajados e afinados!

É importante é participar do máximo de ensaios e eventos possíveis, principalmente os técnicos em Janeiro e Fevereiro.

Desde abril de 2019 a Tom Maior abriu o contato com os interessados em participar dos desfiles. Milhares de pessoas já asseguraram sua participação no desfile que acontece na noite de 21 de fevereiro. Agora a poucos dias da apoteose do Carnaval 2020, a agremiação abre lista de espera para interessados ocuparem possíveis vagas em alas.




Para conferir as disponibilidades, basta ACESSAR AQUI. Os interessados em participar de possíveis vagas desistentes para o Carnaval 2020 e preencher os dados no formulário, poderão também ser os primeiros a serem alocados nas alas do Carnaval 2021.
Representando os negros e negras nos esportes, trazemos a figura de Adhemar Ferreira da Silva. Um dos maiores esportistas brasileiros, Adhemar iniciou sua carreira no futebol de várzea, mas foi nas pistas de atletismo que se consagrou. 


Adhemar é o único brasileiro a integrar o Hall da Fama da Federação Internacional de Atletismo, consagrado por ter
conquistado o bicampeonato olímpico (Helsinque - 1952 e Melbourne - 1956) do salto triplo.

Adhemar foi o rei do esporte durante sua geração. Poucos sabem, mas no escudo do São Paulo Futebol Clube, agremiação na qual iniciou sua carreira, as duas estrelas douradas que estão na parte de cima do escudo foram adotadas em sua homenagem.



Adhemar Ferreira da Silva é o homenageado da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.

Para compor a caracterização de Adhemar Ferreira da Silva, utilizamos na indumentária os anéis olímpicos, símbolo maior dos jogos, bem como as três medalhas entregues aos heróis olímpicos.

As roupas trazem as cores de nossa bandeira e são complementadas também por bolas de futebol, esporte de sua juventude, nas pernas e por sobre a coroa que marca o seu reinado nas pistas de atletismo.

Modelo da fantasia da ala Adhemar Ferreira da Silva


"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

Como participar do Carnaval 2021

O carnaval na Tom Maior começa bem antes de fevereiro, muito antes de janeiro. O carnaval do ano posterior é algo que começa o fim do desfile e devi6do a esse esmero na produção e realização, é importante que todos sejam participativos, engajados e afinados!

É importante é participar do máximo de ensaios e eventos possíveis, principalmente os técnicos em Janeiro e Fevereiro.

Desde abril de 2019 a Tom Maior abriu o contato com os interessados em participar dos desfiles. Milhares de pessoas já asseguraram sua participação no desfile que acontece na noite de 21 de fevereiro. Agora a poucos dias da apoteose do Carnaval 2020, a agremiação abre lista de espera para interessados ocuparem possíveis vagas em alas.




Para conferir as disponibilidades, basta ACESSAR AQUI. Os interessados em participar de possíveis vagas desistentes para o Carnaval 2020 e preencher os dados no formulário, poderão também ser os primeiros a serem alocados nas alas do Carnaval 2021.
Zumbi da contemporaneidade. Fez do Teatro Experimental dos Negros, um novo Palmares. Abdias do Nascimento, tingiu de negro uma forma de arte europeia esbranquiçada. Graças a ele, o Teatro Municipal passou a ter negros na ribalta e na plateia, cheios de orgulho por se verem representados em cena e não mais somente na labuta operacional nas bilheterias ou na limpeza.




Preto precisa ter fala e nisso ele foi um de seus maiores articuladores. Atuante na Frente Negra Brasileira, Comitê Democrático Afro-Brasileiro, luta para tornar o racismo como crime de lesa-pátria, fundador do Museu de Arte Negra e até professor internacional.



Abdias deve figurar sempre como um dos maiores nomes da transgressão social que o negro é capaz nesse país. Defensor da arte negra, ainda figurou como combatente Deputado Federal e Senador da República pelo Estado do Rio de Janeiro.

Abdias do Nascimento  é o homenageado da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.

Modelo de fantasia de ala da Tom Maior em homenagem a Abdias do Nascimento


"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

Como participar do Carnaval 2021

O carnaval na Tom Maior começa bem antes de fevereiro, muito antes de janeiro. O carnaval do ano posterior é algo que começa o fim do desfile e devi6do a esse esmero na produção e realização, é importante que todos sejam participativos, engajados e afinados!

É importante é participar do máximo de ensaios e eventos possíveis, principalmente os técnicos em Janeiro e Fevereiro.

Desde abril de 2019 a Tom Maior abriu o contato com os interessados em participar dos desfiles. Milhares de pessoas já asseguraram sua participação no desfile que acontece na noite de 21 de fevereiro. Agora a poucos dias da apoteose do Carnaval 2020, a agremiação abre lista de espera para interessados ocuparem possíveis vagas em alas.




Para conferir as disponibilidades, basta ACESSAR AQUI. Os interessados em participar de possíveis vagas desistentes para o Carnaval 2020 e preencher os dados no formulário, poderão também ser os primeiros a serem alocados nas alas do Carnaval 2021.
Amigo componente,

Você, assim como nós, quer o melhor para nossa Escola.
Para atingirmos esse objetivo e realizarmos um grande Desfile, sigam as instruções abaixo:



- apresente-se nos locais informados pelos seus Coordenadores no horário marcado. Nada de atrasos.

- confira antes de sair, se sua fantasia está completa. Componentes com fantasias incompletas NÃO DESFILAM.

- beba com muita moderação. Componentes embriagados ou fora de ideais condições de sanidade NÃO DESFILAM

- não traga bolsas, mochilas, carteiras, etc. As mesmas não podem ser utilizadas durante o Desfile e o componente não terá onde guardar os pertences. Opte por um porta-documentos discreto, que possa ser colocado dentro da fantasia.

- Celulares e máquinas fotográficas são proibidas durante TODO O TRAJETO. Componentes que estiverem portando celulares NÃO DESFILAM.

- Cantem com vontade durante todo o percurso. Não dublem o samba. O Jurado precisa ouvir a sua voz.

- Movimentem-se espontaneamente. Não marchem na Avenida. Carnaval é descontração.

E, por fim, DIVIRTAM-SE.
CURTAM esse momento.
É a realização de 11 meses de um trabalho feito com carinho e responsabilidade.

Felicidades e um ótimo Desfile
Direção de Harmonia
Se é comum vermos sambistas, partideiros e rappers surgindo dos morros e vielas, porque não escritores? O maior nome de nossa literatura veio de lá. Machado de Assis, cria do Morro do Livramento no Rio de Janeiro, se opôs ao destino convencional que o preconceito o levaria e fundou a Academia Brasileira de Letras.




Tipógrafo, jornalista, crítico teatral, bibliotecário... Várias profissões para ganhar a vida. Fez uso de pseudônimos para driblar o preconceito. Em tantas formas queremos que o Machado que se opôs a cortar lenha ecoe por todo sempre.



Patrono da nossa literatura: guia de Castro Alves, defensor de O Primo Basílio, colaborador dos principais editoriais do século XIX em nosso país. Nos privilegiou com obras até hoje presentes em nosso cotidiano. As Memórias Póstumas de Brás Cubas e o mistério se Capitú traiu ou não Bentinho em Dom Casmurro são uma das várias heranças que esse gênio escritor deixou para nossa sociedade.


Machado de Assis é o homenageado pela Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.




"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

Como participar do Carnaval 2021

O carnaval na Tom Maior começa bem antes de fevereiro, muito antes de janeiro. O carnaval do ano posterior é algo que começa o fim do desfile e devi6do a esse esmero na produção e realização, é importante que todos sejam participativos, engajados e afinados!

É importante é participar do máximo de ensaios e eventos possíveis, principalmente os técnicos em Janeiro e Fevereiro.

Desde abril de 2019 a Tom Maior abriu o contato com os interessados em participar dos desfiles. Milhares de pessoas já asseguraram sua participação no desfile que acontece na noite de 21 de fevereiro. Agora a poucos dias da apoteose do Carnaval 2020, a agremiação abre lista de espera para interessados ocuparem possíveis vagas em alas.




Para conferir as disponibilidades, basta ACESSAR AQUI. Os interessados em participar de possíveis vagas desistentes para o Carnaval 2020 e preencher os dados no formulário, poderão também ser os primeiros a serem alocados nas alas do Carnaval 2021.

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