O dom divino escolheu um filho de escrava e de um mestre de obras para ser o maior nome de umdos movimentos artísticos mais importantes do país, o Barroco. Foi pelas mãos de um mestiço com deficiência física que hoje Ouro Preto é preenchida por obras reconhecidas mundialmente pela perfeição e luxo poucas vezes visto.




Por ser mestiço e o racismo ser um infeliz integrante de nossa sociedade há muito tempo, o justo reconhecimento pelo seu talento foi deixado de lado. Representantes do sagrado poderd divino esqueceram de uma das lições principais da religião e a cor da pele fez Aleijadinho não poder assumir que obras como os 12 profetas e a Paixão de Cristo fossem suas. Esse reconhecimentosó veio séculos depois, por meio do Governo Vargas, e que podemos manter eterno em todos os nossos atos.
Aleijadinho é o homenageado da Tom Maior no Carnaval 2020 em uma das alas, na noite de 21 de fevereiro.


A fantasia traz em sua pala imagens dos 12 profetas, uma de suas principais obras. No adorno ddecabeça, placas de acetato replicam traços de seus trabalhos, cheios de curvas e retorções. O estilo da roupa remete também à arte religiosa.
É COISA DE PRETO

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.





Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.










A fantasia ilustra a personagem Maria Firmina dos Reis lançando mão de páginas de livros, simbolizando sua obra literária. As roupas de renda remetem a figurinos utilizados pela escritora e os corações que completam a indumentária indicam o gênero literário no qual sua obra se insere, o romantismo.



É COISA DE PRETO



"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade.













Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.

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