Certamente a solidariedade é algo muito sublime no ser humano e ser solidário em algo essencial na vida de alguém é ser sobre-humano. A Bruna Rosa, integrante da Tom Maior, encontrou algumas pessoas com essa característica e isso favoreceu que ela estivesse nas nossas quadras, ruas e avenida: ELA RECEBEU UM RIM de um desses humanos especiais que ao deixar a vida considerou a possibilidade de favorecer a vida e carnavais da Bruna.


"Sou componente  da escola desde 2019, quando foi o meu primeiro desfile, e a maior experiência  depois do transplante. Foi um  marco na minha vida e em 2020 estou  novamente com vocês", comentou Bruna.

A integrante da escola nasceu com uma condição renal que a levou a necessidade de tratamentos renais e o consequente transplante do rim. "Nasci com refluxo vesico-ureteral consiste em uma condição anormal ligada à origem de infecções urinárias. O normal é que a urina saia dos rins em direção aos ureteres até a bexiga, não retornando em condições normais, devido às válvulas existentes no aparelho urinário", contou ela que só teve o diagnostico aos 22 anos. Hoje Bruna tem 34 anos e passou pelo procedimento de transplante em primeiro de dezembro de 2013.



Depois dos cuidados operatórios e saúde física, chegou o momento do reforço e cuidados na saúde mental. Chegou então a presença da Tom Maior na vida de Bruna.

"Para um transplante, bem sucedido precisa sim cuidar saúde física e mental uma boa alimentação muito exercício e tomar certinho medicamentos para saúde mental muita alegria viver a vida. Sempre quis desfilar no Carnaval mas oachei que não podia. Então conversei com minha Doutora Renata ela disse: 'Faz bem a você ? Se sim, viva' e agora não quero sair mais da Tom Maior.



Bruna aproveitou o aval médico e a proximidade que tem da agremiação e tornou-se componente assídua nos trabalhos e programações da Tom Maior. Se a condição de transplantada não foi um impeditivo a ela, foi um estímulo de carinho. "Foi maravilhosa a minha recepcao na escola. Me receberam com muito carinho".

Passados os desafios do transplante, outros desafios na vida e no Carnaval são impostos a todo momento mas:
"Nunca desista de creditar, na vida sempre por mais dificil que seja cicatrizes com muita fé. Tudo passa e alegria reinará!" na exclamação de Bruna.

Sobre a expectativa no carnaval 2020, Bruna canta: O meu orgulho será minha querida, de desfilar na avenida no dia de carnaval! Mostrar ao povo brasileiros o seu colorido tão belo.



GENTE DE TOM MAIOR

Numa família, cada integrante tem uma característica e história que o torna bem ímpar. E será isso que queremos mostrar no Especial Gente de Tom Maior, produzido com o auxílio dos internautas que podem ACESSAR AQUI um fomulário para indicar pessoa para ser tema dos conteúdos especiais, contando alguma característica a faça especial dentro da Tom Maior.





Conhece uma pessoa na Tom Maior que venceu alguma atribulação na vida? Alguma pessoa que encontrou na Tom Maior um estímulo para alegria? Que encontra na Tom Maior uma motivação?

A Tom Maior é paulistana, mas os componentes são de vários pontos do Brasil e até mesmo do Mundo, afinal família pode ter integrantes deslocados localmente mas continuam sendo da família e o carnaval pode ser a "desculpa" para milhares de pessoas se reúnam envolta do Pavilhão Vermelho Amarelo. Então quem será que está a milhares de quilômetros da Tom Maior e não deixa de ser da família?


O 'Gente de Tom Maior' começa a apresentar esses perfis em outubro e a partir de agora a participação dos internautas podem ser feitas pelo site CLICANDO AQUIAs indicações serão analisadas e os conteúdos serão apresentados nas plataformas oficiais da Tom Maior até o fim da temporada do Carnaval 2020.

Será no site que os internautas também verão os perfis de célebres personagens mencionadas no enredo "É coisa de preto" para que o internauta conheça mais dos nomes relacionados no projeto da Tom Maior em 2020.

É coisa de preto

"É Coisa de Preto" é um enredo afirmativo, que mostra que a contribuição de negros e negras para a formação de nossa nação vai muito além do estereótipo. Nosso desfile mostrará como os africanos se tornaram afro-brasileiros e trouxeram sua contribuição não só física, mas (principalmente) intelectual no desenvolvimento de nossa sociedade. Líderes, estudiosos, escritores, poetas, artistas populares e eruditos, transgressores sociais... Personagens que o preconceito insiste em ofuscar de nossa história, mas que devem ser trazidos aos holofotes para o devido reconhecimento, e também para inspirar as novas gerações.






A partir da subversão de uma expressão racista, mostramos que "Coisa de preto", "serviço de preto", "arte de preto" na verdade são alguns dos pilares essenciais de nossa sociedade, escancarando que ignorante é quem desconhece a verdadeira importância de negros e negras em nossa história.

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